O que a pessoa mais teme não é a sua dor e sim o constrangimento, o julgamento, o olhar de desaprovação como se a psicologia fosse coisa para gente “doida”. Por isso, muitas pessoas vivem sob a ótica dos outros se tornando superficial, porque têm medo de mostrar sua dor, de ser realmente quem é. Quer ser forte para o outro, escodem suas dificuldades atrás do sorriso. Sabemos o que é ter um ferimento, leve ou não, ter um resfriado, sabemos o quão importante é se curar. Só não sabemos cuidar da saúde mental, para ela basta fingir que está tudo bem. Quando alguma pessoa me fala que não faz terapia por vergonha, eu pergunto: vergonha do Psicólogo ou da sociedade? Quando a questão é saúde mental fingimos para nós mesmo que não é importante. Não fomos educados a falar dessa dor interna que reflete fisicamente, cuidamos apenas do físico, o emocional colocamos de lado. É comum encontrarmos nos status dos nossos amigos fotos de academia, foto de comidas saudáveis, no denti...
Primeiramente convido você a se fazer as seguintes perguntas? 1. “Quem sou eu?” 2. “Qual o meu problema com o outro?” Sofremos por atitudes dos outros porque não sabemos como interpretar a nós mesmos e tampouco as ações do próximo. Criamos um bloqueio a respeito do outro porque deixamo-nos convencer acerca de alguma ideia sobre nós e por isso temos dificuldade em mudar esse sentimento. Tornamo-nos impotentes já que ressaltamos o poder que o outro exerce sobre nós: é o que outro pensa sobre você e não o que você pensa sobre si mesmo. Colocamos o outro como sendo uma extensão nossa, mas o outro é o outro. Até que ponto você permite que o outro lhe machuque? Sabemos que interações sociais são boas para nós e contribuem para a nossa felicidade. Fazemos conexão com o outro desde nosso nascimento. Viver no meio de relações boas produz saúde, ma...